A Record deu a largada para a 17ª edição de A Fazenda na noite de segunda-feira (15/9), reunindo 26 peões em busca do prêmio milionário e da preferência do público. Sob o comando de Adriane Galisteu, a temporada promete três meses de confinamento intenso, repleto de provas desafiadoras, convivência complicada e reviravoltas que já começaram logo na estreia.
Nos primeiros minutos, os participantes mostraram que não pretendem passar despercebidos. Enquanto alguns chegaram mais discretos, analisando os rivais, outros partiram para uma postura mais ativa, protagonizando as primeiras farpas e aquecendo o clima na sede.
A atriz Duda Wendling, que ficou conhecida em Cúmplices de um Resgate, teve a entrada adiada após testar positivo para Covid-19. Recuperada, ela surpreendeu os colegas ao surgir diretamente na cozinha. “E aí, cabe mais uma pessoa?”, brincou ao ser recebida pelos demais peões.

Na estreia, os 26 participantes foram divididos em três grupos, liderados por Nizam, Will Guimarães e Fabiano Moraes. O jogo funcionou assim:
Cada líder escolheu um “boi premiado”; em seguida, indicou cinco peões para ficarem de fora da disputa; os demais competiram por prêmios em dinheiro.
Confira os valores conquistados:
Walério: R$ 10 mil
Matheus: R$ 5 mil
Nizam: R$ 5 mil
Toninho: R$ 5 mil
Gabily: R$ 7 mil
Martina: R$ 10 mil
Yoná: R$ 3 mil
Gaby Spanic: R$ 10 mil
Wallas: R$ 7 mil
Uma das grandes novidades da edição foi revelada já na estreia: Matheus Martins e Carolina Lekker entraram como infiltrados. Durante uma semana, eles terão a missão de enganar os colegas e pregar peças, sem saber a identidade um do outro. A dinâmica funciona assim:
Se cinco ou mais peões descobrirem quem são os infiltrados, o prêmio de R$ 50 mil será dividido entre eles; se menos de cinco acertarem, o valor vai direto para os infiltrados.
A atriz venezuelana Gaby Spanic, estrela da novela A Usurpadora, afirmou que encara sua participação como um recomeço. “Meus sonhos estavam adormecidos. É uma situação muito pessoal”, disse emocionada.

Ainda no início, os peões tiveram que montar um “pódio da final”, escolhendo dois colegas para destaque e apontando também os menos afinados. A dinâmica evidenciou as prioridades de cada participante e foi suficiente para gerar as primeiras inimizades — mostrando que o fogo no feno começou cedo.
